Canal em sessão única
Em dentes sem infecção aguda e com canais acessíveis, todo o tratamento é concluído em uma sessão mais longa.
- Sessões
- 1
- Indicado
- Sem infecção ativa
Salvar o dente é quase sempre melhor que perdê-lo. O tratamento de canal remove a polpa infectada, desinfeta o interior da raiz e devolve o dente à função, hoje com anestesia eficiente e sessões bem mais curtas do que a fama sugere.
Responsável técnica: Dra. Bruna Maset · CRO/SP 129002
Para quem é indicado
O sinal mais comum é dor, mas há casos silenciosos descobertos só em radiografia. Quanto antes o diagnóstico, mais simples o tratamento.
Dor que aparece sem estímulo, piora à noite ou pulsa costuma indicar polpa inflamada e pede avaliação de urgência.
Quando o incômodo ao frio, ao calor ou ao doce permanece por minutos depois do estímulo, a polpa já está comprometida.
Cáries que atingem a polpa não se resolvem com restauração comum. O canal preserva o dente que ainda tem estrutura.
Inchaço na gengiva, pus ou dente que escureceu sozinho apontam necrose da polpa, mesmo sem dor.
Opções de tratamento
O número de sessões depende do número de canais do dente e da presença de infecção ativa.
Em dentes sem infecção aguda e com canais acessíveis, todo o tratamento é concluído em uma sessão mais longa.
Quando há infecção, entra medicação dentro do canal entre as sessões para desinfecção completa antes do selamento.
Canal já tratado que voltou a doer ou apresenta lesão na raiz. Remove-se o material antigo e refaz-se a desinfecção.
Como funciona
Exame clínico, testes de sensibilidade e radiografia para confirmar a necessidade e medir os canais.
Anestesia local e isolamento absoluto com lençol de borracha, que impede contaminação por saliva durante o procedimento.
Remoção da polpa, modelagem e desinfecção de cada canal com instrumentos e soluções específicas.
Preenchimento dos canais com material selador e radiografia final de conferência.
Restauração definitiva ou coroa. Esta etapa não é opcional: dente tratado e não restaurado fratura.
Tempo e recuperação
O canal alivia a dor, não a provoca. Com anestesia adequada o procedimento é confortável, e o incômodo ao morder nos dias seguintes é sinal de acomodação, não de falha.
Você sai com medicação prescrita quando necessário, orientação de evitar mastigar no dente até a restauração e telefone direto para dúvidas.
Investimento
Canal de incisivo e canal de molar são trabalhos bem diferentes: muda o número de canais, o tempo de cadeira e a dificuldade de acesso. O valor também considera a restauração que vem depois, e tudo é apresentado por escrito antes de começar.
Pedir minha avaliaçãoIncisivos têm um canal, molares podem ter três ou quatro, com tempo e complexidade proporcionais.
Casos com abscesso exigem medicação intracanal e sessões adicionais de desinfecção.
Remover material de um canal antigo é mais demorado e delicado que tratar um canal virgem.
Restauração direta, bloco ou coroa protética têm custos distintos e entram no plano.
Radiografias periapicais são a rotina; casos complexos podem pedir tomografia.
Mitos e verdades
Essa fama vem de décadas atrás. Com os anestésicos e instrumentos atuais, o procedimento é confortável e o que dói é justamente a inflamação que ele resolve.
O dente tratado perde estrutura interna e fica mais frágil. Restauração adequada ou coroa é o que evita fratura meses depois.
A dor cessa quando a polpa necrosa, e a infecção segue avançando em silêncio até formar abscesso. Dor que desaparece sozinha é sinal de alerta.
Com selamento adequado, restauração correta e higiene, a taxa de sucesso a longo prazo é alta e o dente segue em função normalmente.
O procedimento é feito com anestesia local e a maioria dos pacientes relata alívio, não dor. O que dói é a inflamação da polpa antes do tratamento. Nos dias seguintes pode haver sensibilidade ao morder, controlada com analgésico.
Casos sem infecção ativa podem ser concluídos em sessão única. Com infecção, são duas a três sessões para permitir a ação da medicação dentro do canal. Retratamentos podem levar mais.
Em dentes posteriores, quase sempre sim, porque eles recebem grande força de mastigação. Em dentes anteriores com boa estrutura remanescente, uma restauração bem feita pode ser suficiente.
Preservar o dente natural é quase sempre melhor: mantém osso, mastigação e não exige implante ou prótese. A extração só entra quando não há estrutura ou suporte ósseo suficiente para manter o dente.
Quanto mais cedo, mais simples. A infecção avança para o osso e pode formar abscesso, o que torna o tratamento mais longo e aumenta o risco de perder o dente.
Atendemos Hapvida e Unimed em procedimentos específicos, e endodontia costuma estar entre os cobertos, variando com o plano. Envie o nome do seu convênio pelo WhatsApp que a equipe confirma antes da consulta.
Agende sua avaliação
Dor de dente é urgência. Mande mensagem descrevendo o que sente e a equipe encaixa a avaliação o quanto antes.